The Lines at Monte Socorro
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Quinta da Póvoa -
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Saturday, 01 March 2008

Concurso de Fotografia Tecsport/Audi  -   “O cavalo e as Linhas de Torres Vedras”

Enquadramento histórico

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  • As Linhas de Torres Vedras foram construídas entre Setembro de 1809 e Outubro de 1810 para defender Lisboa do exército francês sob o comando do Marechal Massena, durante a Terceira Invasão (as primeiras foram em 1807 e 1809).
  •  O responsável pela sua construção foi o General Inglês Arthur Wellesley, comandante em chefe do exército Luso-Britânico.
  •  Graças à eficácia das Linhas, o Exército Luso-Britânico evitou uma enorme e sangrenta batalha às portas da capital.
  •  As Linhas são da maior importância histórico-militar, ao nível mundial, pois de todos os sistemas defensivos da história, foram os únicos que tiveram sucesso (a titulo de exemplos referimos: O “Dike de Offa”, o “Muro de Adriano”, a “Grande Muralha da China”, a “Linha Siegfried” e a “Linha Maginot”).
  •  O General Arthur Wellesley, mais tarde Duque de Wellington, foi reconhecido pelo Rei D. João VI como Marquês de Torres Vedras, graças aos seus feitos nesta região. Existe mesmo em Torres Vedras, o Largo Wellington, junto à Igreja de S.Pedro.
  •  O actual descendente de Arthur Wellesley mantém o titulo de “Marquês de Torres Vedras.
  • As Linhas eram constituídas por 152 fortes, redutos, fortins ou baterias, trabalhos de alteração de perfil do terreno (escarpamentos), estradas militares e outros sistemas defensivos. Os fortes eram defendidos com 594 peças de artilharia.
  •  As Linhas de Torres Vedras devem a sua designação ao facto de três das quatro estradas principais de acesso à capital, passarem pela antiga vila (Torres Vedras – Mafra – Lisboa, Torres Vedras – Montachique – Lisboa, Torres Vedras – Bucelas – Lisboa. Sendo excepção apenas a via que ligava Vila Franca a Lisboa.
  •  A diferença entre as Linhas de Torres e os restantes sistemas defensivos é que as Linhas de Torres Vedras eram ‘dinâmicas’, enquanto as restantes eram ‘passivas’. Os redutos e fortes das primeiras eram guarnecidos com milícias e ordenanças e as tropas regulares estavam colocadas entre as duas Linhas, junto às já referidas vias de acesso à capital, podendo acudir eficazmente a qualquer local onde o inimigo atacasse, graças a um eficaz sistema de comunicações centralizado na Serra do Socorro, próximo do quartel General de Wellington. Esta obra de engenharia militar, além dos fortes, redutos, fortins e baterias, incluiu também a construção de estradas militares (algumas ainda em regular estado de conservação), o referido sistema de comunicações, intervenções de alteração da topografia dos montes através de escarpamento, (ex. Cabeço de Montachique, Archeira e Alhandra) a colocação de abatisses e paliçadas, bem como posicionamento estratégico das divisões aliadas de primeira linha em Quintas e aldeias, capazes de assegurar a necessária logística militar ao sistema.
Last Updated ( Tuesday, 27 October 2015 )
 
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